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sexta-feira, 10 de maio de 2024

Homilia Diária - 12.05.2024


 HOMILIA

"O Chamado à Missão: Testemunhando o Reino de Deus"


Queridos irmãos e irmãs,


Hoje somos convocados pelo Evangelho segundo Marcos (16:15-20) a refletir sobre a profunda responsabilidade e privilégio de compartilhar a mensagem do Reino de Deus com o mundo. Jesus Cristo, nosso Senhor, nos encarrega com uma missão sagrada: "Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura."

Essas palavras não são apenas uma instrução, são um chamado para a ação transformadora. Jesus não nos envia em uma missão vazia, mas nos promete Sua presença constante e o poder do Espírito Santo. Ele nos assegura que sinais seguirão aqueles que creem: expulsarão demônios, falarão novas línguas, pegarão serpentes, se beberem veneno mortal, não lhes fará mal, e imporão as mãos sobre os doentes, que ficarão curados.

Esses sinais não são apenas milagres físicos, mas manifestações do Reino de Deus rompendo nas realidades terrenas. São testemunhos tangíveis da presença do amor divino e da vitória sobre o mal e o sofrimento. 

No entanto, para sermos verdadeiros portadores dessa mensagem, precisamos primeiro internalizá-la em nossos corações. Precisamos ser discípulos íntimos de Cristo, permitindo que Sua Palavra nos transforme completamente. Somente então podemos compartilhar genuinamente a Boa Nova com o mundo, não apenas com palavras, mas com nossas vidas.

A missão de proclamar o Evangelho não é tarefa fácil. Enfrentaremos desafios, críticas e até mesmo perseguições. Mas, como os discípulos antes de nós, devemos perseverar com coragem e fé. Pois, assim como Jesus foi elevado ao céu e sentou-se à direita de Deus, Ele continua a colaborar conosco, confirmando Sua Palavra com os milagres que a acompanham.

Portanto, hoje somos chamados a renovar nosso compromisso com a missão de Cristo. A missão de proclamar a verdade, amar sem limites e transformar vidas pelo poder do Evangelho. Que possamos responder a esse chamado com humildade, ousadia e amor, sabendo que não estamos sozinhos, pois Ele está conosco todos os dias, até o fim dos tempos.

Que assim seja. Amém.

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sábado, 24 de junho de 2023

Homilia Diária - 26.06.2023

 NÃO JULGUEIS E NÃO SEREIS JULGADOS Mt 7,1-5


HOMILIA


A partir do capítulo 7 de S. Mateus, que hoje começamos a ver, o discurso da montanha parece tomar uma nova profundidade, orientado mais em particular para os discípulos, isto é, para os membros da comunidade cristã de Mateus e de todos os tempos.


O contraste exagerado entre o cisco no olho alheio e a trave no próprio pode refletir um provérbio popular de então, a rápida observação das faltas dos outros, em contraste com a tolerância das faltas do próprio caráter, é tema comum em todos os povos e línguas. E por isso, os homens ao longo dos tempos foram compondo provérbios que iluminam claramente as suas culturas e tradições.


No provérbio de hoje Jesus pretende chamar a atenção dos seus discípulos para um perigo que os cerca: o perigo de se considerarem perfeitos e superiores e por isso se separarem dos outros, como fariseus. O significado da palavra fariseu é separado.


O sentido que tem aqui o verbo julgar não é simplesmente fazer-se uma opinião, algo que dificilmente poderemos evitar, mas julgar duramente, ou seja, condenar os outros, como se diz na passagem paralela de S. Lucas: Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai e sereis perdoados (6, 37).


O julgamento pertence a Deus e não a nós, porque só Deus conhece a fundo o coração do homem. Constituir-se em juiz dos outros é uma ousadia irresponsável, é tomar o lugar de Deus. Deus nos aceita e ama todos tal como somos, e olha-nos com amor de Pai que dissimula as faltas dos seus filhos, a quem vê através do seu próprio Filho, Cristo.


Se, anteriormente, ao longo do discurso da montanha, Jesus falou do perdão das ofensas e do amor inclusivamente ao inimigo, para tentar aproximar-nos ao menos um pouco da perfeição de Deus, agora está apontando à imitação da sua misericórdia. Como diz o livro da Sabedoria, Deus compadece-se de todos corrige os que caem para que se convertam e acreditem n’Ele.


À medida que usarmos com os outros, usá-la-ão conosco. Isso não quer dizer que Deus – a quem não se menciona no texto por respeito – nos julgará com a nossa medida injusta e impiedosa. Esse não é o seu modo de proceder. Certamente, quem age assim com os outros, expõe-se a um julgamento mais severo para si mesmo.


Deus teria, digamos, duas medidas para o seu julgamento: uma de justiça, outra de misericórdia. Ele medir-nos-á com aquela que nós utilizarmos, nesta vida, com os irmãos. É a mesma lição da parábola do devedor insolvente que é perdoado e não perdoa, ou a contida petição do Pai-nosso: perdoa as nossas ofensas… O que condena o irmão auto-exclui-se do perdão de Deus e cai sob a jurisdição da lei, que não deixará de acusá-lo e condenar como imperfeito que é.


Todos somos imperfeitos, tanto e mais que os outros, ainda que, julgando-os com superioridade, os desprezemos. Tal atitude, desprovida de amor, provém da nossa própria cegueira que nos impede de ver os nossos defeitos. Manter a conscientemente tal postura é hipocrisia astuta, cujo modelo no evangelho são escribas e fariseus.


É muito velho o costume de criticar os outros. Assim, pensamos justificar-nos a nós como melhores. Mas, a experiência demonstra que os mais críticos, os que julgam ser perfeitos, saber tudo e ter a melhor solução para qualquer problema, costumam ser os que menos fazem e levam aos outros.


Um olhar no espelho, uma vista de olhos à nossa pequenez e insignificância, à nossa “trave” no olho, minimizará sem dúvida as falhas dos outros, e far-nos-á mais tolerantes e acolhedores, pensando que os outros também têm que suportar-nos a nós. Conhecer as nossas próprias limitações, admiti-las e aceitá-las ensinar-nos-á, a saber, estar e viver com os outros. Assim, caminharemos em verdade e simplicidade, com ânimo de fraternidade, tolerância e compreensão para com os outros sem os condenar.


Se Deus é otimista a respeito do homem e o ama apesar de tudo, o discípulo de Cristo há-de fazer o mesmo em relação aos seus irmãos. Este é um caminho mais seguro para a realização e a felicidade pessoal do que o engano da presunção.


Meu irmão, minha irmã, nós não temos o direito de julgar, ao menos que tiremos primeiro a trave que está no nosso olho. Ou seja, se eu sou um exemplo, no caso tenho todo direito de julgar, mas através da Escritura, logo, se eu sou um homem integro diante de Deus no que concerne a alguma prática, seja ela confessional, doutrinária, ou moral, tenho duas ferramentas em mãos e que contribuem entre si para o julgamento Cristão; Primeiro: O fato que a Escritura Sagrada condena expressamente determinada prática, e em segundo, eu sou um homem que não pratico tais coisas, e assim, a trave do meu olho já foi tirada, e se eu tirei a trave do meu olho, tenho todo o argumento para tirar o argueiro do olho do meu irmão.


Pai, livra-me de julgar meus semelhantes de maneira severa e impiedosa. Que eu seja misericordioso com eles, assim como és misericordioso comigo.

Fonte https://homilia.cancaonova.com/

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sexta-feira, 19 de maio de 2023

Homilia Diária - 21.05.2023

 Formemos discípulos para Jesus


HOMILIA


“Portanto, ide e fazei discípulos meus todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, e ensinando-os a observar tudo o que vos ordenei! Eis que eu estarei convosco todos os dias, até ao fim do mundo” (Mateus 28,19-20).


 

Jesus permaneceu conosco 40 dias; hoje, Ele sobe aos Céus, mas continua conosco e está no meio de nós. Esses 40 dias, que correspondem ao tempo da Sua Ressurreição gloriosa, preparando-nos para receber o Espírito Santo, vêm para confirmar, relembrar e curar o nosso coração tão marcado ainda pela dor da Sua morte.


Agora, Ele vai para enviar do Pai, o Espírito que há de nos guiar, dirigir e levar-nos por todas as estradas da vida para sermos Jesus no mundo, para agirmos na autoridade d’Ele, para assumirmos aquilo que Ele mesmo mandou fazer: batizar em nome da Santíssima Trindade.


Em nós está a autoridade do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Sobre nós repousa toda a unção do Espírito, e precisamos agir em nome d’Ele. Primeiro, precisamos ir e fazer discípulos.


Proclamemos e anunciemos Jesus, e até que Ele volte, formemos discípulos para Ele

O discípulo é aquele que aprende com o Seu Mestre. Sou discípulo de Jesus, formado na escola d’Ele, formando-me a cada dia não para receber diploma, mas para entrar e conquistar o Reino dos Céus. E não posso fazer outra coisa, a não ser discípulos e seguidores de Jesus.


As pessoas estão nas redes sociais em busca de seguidores, os mestres da vida precisam de seguidores, e cada um está atrás dos seus discípulos. Mas nós não, porque fazemos discípulos para Jesus.


Queremos que você, que a sua casa, que a sua família tenha outro mestre, ninguém acima de Jesus, ninguém mais do que Jesus guiando, orientando e direcionando a vida de cada um de nós. Precisamos viver na autoridade de Jesus, por isso se o Mestre pode pedir alguma coisa a nós, Ele está nos pedindo: formemos discípulos.


Pai e mãe, na sua casa, forme filhos para serem seguidores de Jesus. Naquilo que você faz, no uso das suas redes sociais, forme pessoas apaixonadas por Jesus, pessoas que tenham amor por Ele. Semeie o Evangelho, fale do Evangelho e de Jesus, semeie Jesus, proclame o amor d’Ele, mas não proclame um Jesus distante que foi para o Céu e só voltará um dia, porque Ele voltará na glória. Proclame que Jesus está no meio de nós: “Eis que eu estarei convosco todos os dias”. 


Não há dia de descanso nem de férias da presença de Jesus, porque Ele está no meio de nós. Quando anuncio o nome d’Ele, quando me reúno e prego em nome d’Ele, quando perdoo e me reconcilio com os outros em nome d’Ele, Ele está no meio de nós. Quando nos reunimos para celebrar o Seu amor na Eucaristia em todos os sacramentos, é Jesus quem está entre nós.


Proclamemos e anunciemos Jesus, e até que Ele volte, formemos discípulos para Ele.


Deus abençoe você!

Fonte Padre Roger Araújo

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terça-feira, 16 de maio de 2023

Homilia Diária - 17.05.2023

 A REVELAÇÃO DA VERDADE PLENA Jo 16,12-15


HOMILIA

A função do Espírito Santo, da Verdade Plena é introduzida pela palavra quando vier. Jesus afirma Espírito é causa e chefe da verdade. Ele terá uma função especial, sem a qual essa verdade não seria aceite: Ele será como o guia a conduzir os discípulos para aceitar como norma de vida a verdade que os fatos em breve a acontecer encerram e que agora os discípulos não poderiam tolerar. Pouco antes Jesus tinha oferecido aos apóstolos uma visão desse Espírito que então chamou de Advogado. Sua atuação era convencer, como se faz num tribunal público, da inocência de Jesus e da culpabilidade dos seus algozes. Falando de convencimento, os primeiros a serem convencidos eram os próprios apóstolos da verdade na causa da qual seriam propagadores.

A função, pois, do Espírito que aqui aparece como pessoa, e não unicamente como atributo ou qualidade dos apóstolos, é mostrar o caminho para a verdade. Essa verdade era a total, que sem a liderança do Espírito seria impossível compreender. A verdade não se impõe, mas é preciso buscá-la e nessa busca o Espírito oferece sua ajuda, sem a qual jamais chegaremos a encontrá-la. É a verdade total, pois parte dessa verdade, da qual Jesus forma a totalidade, pode ser encontrada por outras pessoas fora do círculo religioso dos discípulos. Porém a verdade total sobre Jesus, o Cristo e Filho de Deus, só é possível vê-la através da iluminação recebida pelo Espírito da VERDADE, sobrenome com o qual Jesus o designa.

O trabalho escondido do Espírito na Igreja é manifestado pela sua voz interior que transforma o homem para este transformar suas circunstâncias. Ao contrário dos grandes planos do mundo que querem transformar as circunstâncias, enriquecendo as nações, para melhorar os homens. Mas o resultado é a pobreza interior que é provocada pela riqueza extrema. A verdade completa sobre Deus e seu Cristo só pode ser compreendida sob a ação do Espírito Santo.

Diante de tantos flagelos, doenças e epidemias de vários tipos, violências com os crimes nojentos praticados pelos adeptos, ou seja, partidários do encardido, não temos outra saída senão a presença do Espírito Santo em nós! O Espírito Santo, presente nas comunidades, reforça a esperança e move os povos a um clamor pela fraternidade, justiça e paz. Que o Espírito Santo te inspire e use as palavras que tu necessitas usar e não consegues por causa das dificuldades do dia-a-dia. Que te ajude nas fraquezas por não saberes como deves pedir. Faça caminhada com o Espírito e peça que Ele ore por ti e leve para junto de Deus tudo aquilo que precisas no dia de hoje. Implore confiante: Espírito Santo vem interceder por mim. Pois todas as coisas cooperam pra o bem daqueles que amam a ti. Espírito Santo vem orar por mim. Clama e peça porque só Deus sabe a dor que está sentindo o teu coração. Ferido está sim, mas o teu clamor com o poder e a força do Espírito Santo sobe até ao Céu.

Pai, que o Espírito me ensine toda a verdade e me revele às coisas que hão de vir, para que eu possa enveredar, com toda segurança, pelo caminho que é Jesus.
Fonte https://homilia.cancaonova.com/

segunda-feira, 15 de maio de 2023

Homilia Diária - 16.05.2023

 JESUS RETORNA AO PAI Jo 16,5-11


HOMILIA


Tendo já mencionado várias vezes o dom do Espírito Santo, agora Jesus retoma o anúncio de sua partida, detendo-se mais na missão do Espírito que será enviado.


Jesus com a sua partida para o Céu, consola os seus discípulos e firma os seus paços por meio daquele que vai enviar de junto do Seu Pai. Por isso, prepara-os para receber a força que virá. Afinal, a sua ia, não só é certa, mas, sobretudo é necessária. Eu falo a verdade quando digo que é melhor para vós que eu vá. Porque se eu não for, o Paráclito não virá; mas, se eu for enviar-vo-l’O-ei.


É bom que Jesus vá, porque o Defensor, o Espírito Santo, enviado aos discípulos unidos em comunidade, dará continuidade histórica ao ministério de Jesus, restaurador da vida. Jesus fala aos discípulos de sua partida e eles se entristecem. Ele, porém, os exorta para que sintam a alegria, pois somente com sua partida poderá vir o Paráclito, o Espírito Santo. O discípulo, deixando-se guiar pelo Defensor, estará no caminho seguro. A fé é essa confiança plena no Deus da vida, que por seu Espírito nos inspira no caminho certo, onde não somos seduzidos pelas ilusões frágeis e passageiras do mundo.


Agora, os próprios discípulos, unidos ao Espírito, são os protagonistas da missão libertadora e vivificante. O Espírito, que já estava presente em Jesus, é colocado em destaque a partir da ocultação do Jesus visível e sensível. O Espírito é uma presença tão forte entre nós como era a presença de Jesus no momento histórico de seu ministério. O Espírito Santo atualiza a presença dele na comunidade dos discípulos. A ação do Espírito é reconhecida, pela fé, em todo ato de amor que remove a injustiça, promove a vida e constrói a comunhão e a paz.


É, portanto bom que Jesus vá, pois o Defensor, enviado aos discípulos unidos em comunidade, tornará continuada a obra redentora e o ministério vivificante de Jesus.


E uma vez presente o Paráclito os discípulos, unidos n’ele são os protagonistas da missão vivificante. Com a presença atuante e operante do Espírito Santo, Jesus passa a ter uma presença escondida física e humanamente falando.


Podemos assim dizer que o Espírito Santo atualiza a fé dos discípulos na presença de Jesus na sua Igreja formada pelos Apóstolos em primeira mão, depois pelos discípulos e conseqüentemente por toda a comunidade de fiéis nos nossos dias. Ele nos unge para a missão de questionar o mundo quanto ao pecado, à justiça e ao julgamento. Assim, sendo é minha e tua tarefa como missionário (a) de denunciar as estruturas injustas, o mundo da criminalidade, barbaridade, mundo do pecado e que alimenta, sustenta a máquina que promove a cultura da morte. E tua e minha a missão de anunciar e testemunhar o mundo novo, onde a vida prevalece e triunfa sobre a morte.


Mas isso, só vai acontecer na nossa vida se nós pedirmos a força que vem do alto. Portanto, rezemos, peçamos ao Papai do Céu que nos conceda o Dom do Espírito Santo. Para que tenhamos o protetor, advogado, defensor, intercessor, consolador e forças a fim poder enfrentar e vencer o mundo e usando sempre como instrumento de trabalho o selo cunhado com o carimbo do Céu, Jesus Cristo, o Caminho, a Verdade e Vida.

Fonte https://homilia.cancaonova.com/

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domingo, 8 de maio de 2022

Homilia Diária - 10.05.2022

EU E O PAI SOMOS UM Jo 10,22-30


HOMILIA


Jesus é um personagem incômodo, ontem, hoje e sempre. A motivação desta incomodidade é que Jesus fala, diz a verdade, e a verdade é exigente, interessa a vida e incide sobre o comportamento humano: “Eu e o Pai somos um”.


Ele, revela que o povo que acorrendo participava das festas judaicas em torno do Templo, na realidade, faz parte de suas ovelhas, chamadas a escutar as suas palavras e o seguir. Foi Deus seu Pai quem lhas deu, e ninguém as arrancará da mão do Pai. Assim, Jesus desautoriza os chefes religiosos de Israel, com seu Templo e suas sinagogas, a se considerarem verdadeiros pastores. Eles ao oprimirem explorarem o povo estão rejeitando Jesus, consequentemente se excluindo do dom que o Pai comunica por Jesus.


A única verdade que Jesus trouxe que é novidade, é que Jesus é o Filho de Deus. Sua identidade é de origem divina.


Sua filiação divina se torna difícil aceitar para todo aquele que, humana e racionalmente quer entender e para tal não se abre a transcendência. Por isso, a inquietação e pergunta do Chefe do Sinédrio: “És tu o Messias, o Filho de Deus Bendito?


Ante esta pergunta, Jesus respondeu: “Eu sou” (Mc 14, 61b-62a), afirmando que o Messias é o Filho de Deus, o mundo religioso judaico, com seus chefes, pareceu acabar por causa de um terremoto tal, que provocou nos detentores o pânico total de perder o poder religioso e político, seu estado social e familiar. A reação foi chata, a morte.


Jesus provoca terremotos também hoje, nas pessoas e nos povos, enfrentando-se com as ideologias e o pensamento pós-moderno, na sociedade com suas denúncias contra o permissivismo e relativismo, com seus fortes chamamentos a reconhecer a dignidade do homem, feito à imagem e semelhança de Deus e redimido por Jesus Cristo, Salvador e Redentor.


Pela primeira vez em todos os evangelhos Jesus faz uma auto-proclamação expressiva de sua união com o Pai. A obra de Jesus é feita em unidade com o Pai. Esta obra, à qual somos chamados, é o dom do amor e da vida eterna. Seja meu irmão, minha irmã, um com Jesus. Converta-se em dádiva, graça no amor pela vida.

Fonte https://homilia.cancaonova.com/

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quarta-feira, 4 de maio de 2022

Homilia Diária - 06.05.2022

Jesus Eucarístico é o pão celestial


HOMILIA


Irmãos e irmãs, o Evangelho próprio da liturgia da Palavra de hoje, Jo 6,52-59, termina expressando: «Jesus falou estas coisas ensinando, na sinagoga, em Cafarnaum» (v. 59). Quando alguém visita a atual Cafarnaum, na Terra Santa, encontra uma grande placa ao passar por uma das entradas daquela localidade, na qual se lê: “Cidade de Jesus”.


Assim Cafarnaum entrou para a história: o lugar utilizado como uma espécie de “quartel general” de Cristo, pois de lá, muitas vezes, Jesus partia e retornava das missões e se hospedava na casa da família de Pedro. Também se encontram, ali, as ruínas da sinagoga frequentada por Cristo e citada no Evangelho de hoje.


Neste contexto material e geográfico, Jesus revela, surpreendentemente, um alimento que não podia faltar naquela cidade, nos lares e na missão da Igreja: «Quem se alimenta com a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia» (v. 54).


Um alimento espiritual, sacramental e escatológico que se chama, antes de tudo, Jesus Cristo! Jesus Eucarístico é o Pão Celestial! Ele estava em sua cidade e próximo de lugares que O acolhiam, mas Ele quis mais… muito mais! Ele quis fazer morada em nós e permanecer para sempre numa comunhão de vida  eterna, por fundamentar-se no amor eterno de Deus pela humanidade. Um Amor que se traduz em entrega total e eucarística: “Quem se alimenta com a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele… Quem se alimenta com este pão viverá para sempre” (v. 56.58).


Sabemos o que é entrar e sair de uma casa e cidade, mas permanecer para sempre realmente é uma experiência que foge completamente às capacidades puramente racionais, físicas e temporais. O impacto do espaço e do tempo atualmente nos tomam, como um peixe tomado e mergulhado na água. Mas fomos criados para águas mais puras, refrescantes, cristalinas e incontamináveis, ou seja, no plano de Deus todo ser humano foi criado para Ele. Por isso, Ele comunicou o Pão da Palavra e instituiu, na Quinta-feira Santa, o Sacramento dos Sacramentos, o qual nos leva a exclamar: “Graças e louvores se deem neste e em todo o momento ao Santíssimo Sacramento”. Assim, podemos antecipar – como penhor – pelo Sacramento do Filho do Homem e Filho de Deus, a participação na vida eterna.


Ainda que seja um desafio para a nossa fé e humilhação às inteligências orgulhosas, o Sacramento da Eucaristia pode e precisa ser acreditado, celebrado, comungado e adorado para ficarmos, então, surpreendidos positivamente pelas promessas e realizações do Senhor, diferentemente de muitos que O acompanhavam e O seguiam com espírito cético e provocador: «Como é que ele pode dar a sua carne a comer?» (v. 52). E o Pão da Vida não recuou e nem contradisse as Suas palavras por medo de perder “público ou ibope”, muito pelo contrário: fez questão de reforçar este dom e necessidade de cada um: «Em verdade, em verdade, voz digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós» (v. 53).


Mas eu não mereço tamanho dom de tomar, comer e beber deste Cálice! Realmente, em cada Santa Missa, mirando o Corpo de Deus nas mãos dos sacerdotes, precisamos, primeiramente, reconhecer a nossa indignidade: “Senhor, eu não sou digo de que entreis em minha morada, mas dizei uma só palavra e serei salvo”. Mas também não podemos deixar de ver, nesta insistência de Cristo, uma grande manifestação da gratuidade divina.


O Papa emérito Bento XVI, que hoje recorda o dia de sua eleição para ocupar a Cátedra de Pedro, deixou claro esta graça que todos podem receber, ainda que exijam condições básicas como o objetivo estado de graça: «Trata-se de um dom absolutamente gratuito, devido apenas às promessas de Deus cumpridas para além de toda e qualquer medida. A Igreja acolhe, celebra e adora este dom com fiel obediência. O “mistério da fé” é mistério de amor trinitário, no qual, por graça, somos chamados a participar» (BENTO XVI, Exort. Apost. Sacramentum Caritatis, nº 8).


Neste tempo pascal, a Igreja de Cristo convida-nos a dar – pessoalmente e comunitariamente – nossa resposta perante o misterioso Dom da Eucaristia, Pão da Vida que constrói moradas de Deus em meio e dentro dos homens e mulheres. Pão da Cidade de Deus, capaz de dar sentido, alimentar e transformar as cidades e lares dos homens. Pão que alimenta e santifica a Casa de Deus no mundo, a Igreja, reanima a Igreja doméstica e encaminha para a nossa Páscoa pessoal e eterna, ou seja, prepara-nos para morarmos para sempre na verdadeira e permanente cidade de Jesus.


Padre Fernando Santamaria – Comunidade Canção Nova

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terça-feira, 3 de maio de 2022

Homilia Diária - 05.05.2022

 JESUS É O PÃO DA RECONCILIAÇÃO Jo 6,44-51


HOMILIA


A Palavra pregada por Jesus deve ser recebida, acolhida, comida e ruminada pois ela é Palavra de vida eterna. Assim, a humanidade alimentada pela Palavra viva que é Jesus, com a alegria e a fé nascida do alimento que Deus lhe deu reconhece que Ele é o pão da vida, que lhe conduz à comunhão com o Pai e e por isso lhe dá a vida divina. Por sua vez com alegria e entusiamo deve comprometer-se com ela e anunciá-la aos seus irmãos fazendo com ela uma unica realidade. Pois assim como Jesus e o Pai são um só, assim também a humanidade deve ser uma só com Ele. Este foi, é deverá ser sempre o conteúdo da mensagem de Jesus. É fundamental que nós cristãos lutemos pela unidade en não pela desunião.


Para nós o ditado segundo o qual, “cada um por si Deus por todos”, não tem lugar. Mesmo entre os aqueles que não se conhecem ou são de outras confissões religiosas. Quando você se encontra com os que não são católicos qual tem sido o teu comportamento? De que tem falado ou discutido? Quanto à mim, por exemplo numa dialogo sobre coisas que nos dividem. Mas sim sobre coisas que nos aproximam e unem. Muitas vezes nós nos julgamos os melhores e os sabedores de tudo. Mas nos esquecemos que o nosso Deus também é o Deus daqueles que julgamos ruins.


A mim e a você hoje Jesus volta a ensinar. Mostra-nos que Ele e o Pai estão unidos pelo mesmo amor. A mesma união com o Pai deve acontecer com os discípulos que estão unidos a Jesus. Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou não o atrai. Viver em comunão com Deus e entre nós deve ser nosso desejo e nossa missão de cristãos. Fomos feitos para a comunhão de irmãos, jamais para a divisão e separação. Portanto se você estiver vivendo isso, hoje mesmo levante-se vai ter com a pessoa com quem você não fala, com quem você brigou ou discutiu. Vai pedir perdão e reconcilie-se com ela. Este é o pão do qual Jesus em redundância quer que comamos: Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Se alguém comer desse pão, viverá para sempre. E o pão que eu darei para que o mundo tenha vida é a minha carne.


Estamos diante da continuação do longo discurso sobre o pão, pronunciado após a partilha dos pães com a multidão, na montanha. Um dos aspectos que Jesus vem salientando é que a iniciativa da salvação vem do Pai. Ninguém se faz discípulo de Jesus se não for designado por Deus seu Pai. E todo aquele escuta a sua palavra e procura fazer a vontade daquele que o enviou é introduzido na vida que nunca mais terá fim. Visto que: aqui está o pão que desce do céu; e quem comer desse pão nunca morrerá.


Nos nossos dias alimentar-se de Jesus é ter vida é contemplá-lo e seguir seus passos. No serviço, na fraternidade e na solidariedade social, na busca da justiça e da paz, entra-se em comunhão de vida eterna com Jesus.


Deixemo-nos tocar pelo convite que Jesus. Vinde convidados do meu Pai, a mesa está posta vinde. Participemos plena, consciente e ativamente; comamos e bebamos o corpo e o sangue de Jesus. Repito esta mesa é a mesa da compreensão, do diálogo, do perdão, da reconciliação. Ninguém se deve aproximar dela se não perdoar de todo o coração a seu irmão, irmã, marido, esposa, esposo, filhos, colegas amigos e até os seus inimigos. Mas padre, o que ele me fez foi muito duro e dolorido. Sinto as feridas até agora. Eu lhe respondo “busque em primeiro lugar o Reino dos céu e a sua justiça e o resto lhe será dado por acréscimo”! É Jesus quem está dizendo isso pra você meu irmão e minha irmã. Corra atrás daquilo que vo chama de prejuízo. Deus é maior, Ele pode tudo! Alias o verdadeiro cristão não deve ser inimigos e a ninguém deve ter dívida senão a dívida do amor!

Fonte https://www.paulus.com.br/

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segunda-feira, 2 de maio de 2022

Homilia Diária - 04.05.2022

 EU SOU O PÃO DA VIDA - Jo 6,35-40


HOMILIA


Apos, a partilha do pão, Jesus num discurso se descreve como sendo o Pão que dá a vida eterna. Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim nunca mais terá fome, e quem crê em mim nunca mais terá sede. Aqui vemos uma expressa declaração de Jesus do realmente Ele é para nós. Diferente do maná que os nossos pais no deserto comeram e morreram.


Jesus revela-se como dom do Pai, ou melhor, como pão do Pai: «É o meu Pai quem vos dá o verdadeiro pão do Céu, pois o pão de Deus é aquele que veio do Céu e dá vida aos homens», vimos em Jo 6,32-33.


Portanto, Jesus define-se a si próprio como Pão da vida que é necessário comer mediante a fé: «Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não mais terá fome e quem crê em mim jamais terá sede» (Jo 6,35); Ele reafirma com insistência a sua identidade como pão da vida oferecido para ser comido, não obstante a murmuração dos judeus perante as suas palavras.


Ao dizer: «Eu sou o pão que desceu do Céu» (Jo 6,41) e explicita o significado desta expressão quando explicita o que ele é: «Eu sou o pão que dá vida… Este é o pão que desceu do Céu; se alguém comer dele, não morrerá. Eu sou o pão vivo, o que desceu do Céu».


A vontade do Pai, ao enviar o Filho, é que quem vê o Filho; suas palavras e ações e nele crê, seguindo seus passos, tenha a vida eterna.


Para nós cristãos, comer o pão do céu significa assimilar o seu amor e seu exemplo de serviço, de partilha e dom da vida. Acolhamos e comamos, pois, deste pão do céu para que venhamos a ressuscitar no último dia para a vida eterna.


Pai transforma-me em discípulo autêntico de teu Filho Jesus, para que possa enxergar, receber e me transformar n’Aquele que recebo em Comunhão e assim experimente já o céu aqui na terra.

Fonte https://homilia.cancaonova.com/

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Homilia Diária - 03.05.2022

 JESUS É A VERDADE, O CAMINHO E A VIDA Jo 14,1-6


HOMILIA


Sabendo que pouco tempo lhe restaria no meio dos seus discípulos, Jesus pôs-se a mostrar-lhes muitas coisas que eles teriam que enfrentar quando Ele fosse embora para perto do Pai. Falava da casa do Pai e suas moradas. Prometia-lhes preparar um lugar para eles na Casa de Deus. Porém, os discípulos, permaneciam tendo dúvidas e não entendiam muito bem do que Jesus lhes falava.


A palavra que Jesus nos dirige hoje é o Sim que significa a Verdade, o Caminho e a Vida. Jesus é a verdade de Deus. Verdade que salva que redime que liberta e cura as nossas doenças. Ao responder sim, estamos dizendo que nós acreditamos e temos certeza absoluta de que tudo o que foi dito é a pura verdade e não há outra. Infelizmente existem ainda hoje muitas pessoas que como Tomé, não enxergam o caminho que nos conduz a verdadeira felicidade. Todavia, felizmente para estas pessoas, Jesus nos envia para que lhes provemos que Jesus é tudo para nós.


Quando Jesus usa as palavras: em verdade vos digo, que João duplica: Em verdade, em verdade vos digo, está reproduzindo a palavra do Senhor na boca dos profetas; está sublinhando não só que Ele é o enviado do Deus de verdade, mas que as Suas palavras são verdadeiras cheias do querer do Pai.


Jesus quis dizer com elas que o Seu Sim, é o Sim à Deus Pai! Que Ele é a testemunha fiel e verdadeira, o Princípio da criação de Deus. Ele é a Verdade de Deus, vive a verdade de Deus e diz a verdade de Deus, dá testemunho da verdade de Deus. Só Ele tem a verdade completa. Só por ELE que vamos ao Pai. Ele é o único caminho que nos leva ao Pai. Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim.


Por Ele Deus realiza plenamente as suas promessas e mostra que Nele não há “sim” e “não” mas apenas “Sim” e por meio Dele que devemos dizer o nosso “sim” a Deus para a glória de Deus!


Por isso que no batismo a voz do Pai vindo do céu dizia: Tu és o meu Filho amado, em Ti encontro o meu agrado e na transfiguração a voz do Pai repete estas mesmas palavras acrescentando: Escutem o que Ele diz. É Ele que tem a verdade, a minha verdade!


Portanto, não precisamos ficar perturbados colocando dúvidas nos nossos pensamentos, buscando segurança em outros caminhos. Pelo contrário, devemos seguir os conselhos do Mestre: Tendes fé em Deus, tende fé em mim também e confiarmos em que a nossa morada já está preparada no céu e, que hoje, o céu é o nosso coração, casa de Deus, lugar onde Jesus habita pelo poder do Espírito Santo. Queres chegar ao Pai no Céu, que nos garante a vida plena e verdadeira felicidade? Procure Jesus. Ele é o Caminho a Verdade e a Vida. Não busques outros caminhos. Reaviva a fé, a disposição, a coragem, a humildade, a oração e procure alimentar-te sempre do conhecimento das palavras: Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém pode chegar até o Pai a não ser por mim.

Fonte https://homilia.cancaonova.com/

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sábado, 30 de abril de 2022

Homilia Diária - 02.05.2022

JESUS É O PÃO DA VIDA Jo 6,22-29


HOMILIA


Toda pessoa sabe que se não comer morre. Há um ditado popular que diz: “saco vazio não para de pé”. Sabe também, que quem come muito pouco, ou passa fome, fica desnutrido, fraco, e muito mais propenso a doenças, e até à morte. Comer o pão e beber o vinho, é em primeiro lugar  viver. É fácil perceber o que o Senhor quis nos ensinar, ao usar este símbolo: Assim como sem comida, até o mais forte dos corpos definha e morre, assim também até o maior dos santos, sem a eucaristia não consegue se sustentar.


Durante todo o evangelho, podemos perceber a importância que Cristo dá às refeições. Várias vezes, Ele come com os fariseus, com os publicanos, com os pecadores.


Durante as refeições, o Senhor ensinava, exortava, por isso nada mais natural do que escolher uma refeição para nela instituir a Eucaristia (Jo. 13,2). A palavra “Koinonia”, significa comunhão. São pessoas que estão juntas, partilhando, comungando da mesma refeição.


Na família, o momento da refeição é o momento de reunião, de troca, de se por os assuntos em dia; é nesses momentos que a união da família se solidifica. Quando queremos confraternizar numa festa, sempre existe refeição para se partilhar. Quando queremos aumentar nossa intimidade com alguém, convidamos para comer juntos. Se isto tudo é verdadeiro para simples refeições diárias, quanto mais será para a refeição eucarística compartilhada! É nessa mesa do Pão vivo que se opera a unidade real e misteriosa da Igreja.(I Cor. 10,16-17).


A Eucaristia é, sacramento de unidade. Ela une a igreja em torno de Cristo, de seu sacrifício. A igreja “comunga” com Ele; torna-se o corpo de Cristo, unindo-se com células, que recebem o mesmo alimento, e são purificadas pelo mesmo sangue. Assim como o pulmão é diferente na sua anatomia e função do intestino, mas ambos são essenciais e pertencentes ao mesmo corpo, nós também, embora sendo diferentes uns dos outros, somos partes de Cristo pelo batismo. Uma só fé, um só batismo, um só Espírito. Esta é a essência da unidade, operada e mantida pela comunhão do corpo e sangue de Cristo.


Que pelo conhecimento que o Senhor nos dá, do valor da Eucaristia, puro dom de Deus para a nossa salvação, possamos participar dela, com novo ânimo, de maneira a sermos curados, libertos e restaurados. E assim comprometidos partilha-la com os nossos irmãos.


Por tudo quando disse posso concluir e afirmar sem medo de errar que a Eucaristia é vida e compromisso. É partilha e serviço.

Fonte https://homilia.cancaonova.com/

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